Blog da Parábola Editorial

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AS LÍNGUAS E OS NOMES DAS LÍNGUAS

banner_linguas_indigenas a própria ideia do que seja uma língua [...] é um construto cultural ocidental

Herdeiras que somos da assim chamada cultura ocidental (que é, no fundo, a cultura branca europeia de matriz judaico-cristã, forjada essencialmente por homens), temos sido habituadas a acreditar que existem entidades bem delimitadas designadas como línguas, coisas quase concretas, ou mesmo seres com vida própria (ideia cristalizada em frases como “a língua é um organismo vivo” ou em conceitos como “língua morta”). Por isso é tão difícil convencer a maioria das pessoas de que essa noção de língua nada tem de “natural”, porque é um produto intrinsecamente sociocultural e sociopolítico.

Na mesma visão de mundo de matriz europeia, o nome das línguas é sempre a substantivação de um adjetivo vinculado a um território, que pode ser o de um Estado soberano, independente (português, alemão, russo, estoniano, húngaro...) — o que confere à língua um status privilegiado, oficial —, ou ao de uma região dentro de um desses Estados (mirandês, galego, bretão, napolitano, lusácio...) — o que deixa as pessoas que as falam sempre em desvantagem sociopolítica, caso não dominem também a língua oficial. Só me ocorre um caso europeu em que não há esse vínculo território-língua: é o do romanche, falado (por bem pouca gente) na Suíça (numa região chamada Grisões), nome que deriva do latim romanice, isto é, “[falar] à moda de Roma”. Do outro lado da fronteira, no norte da Itália, fala-se o ladino (termo derivado de latino), aparentada ao romanche. Curiosamente, o romanche é a única língua propriamente “suíça”, já que as outras oficializadas no país têm nomes “estrangeiros”: francês, alemão e italiano.

No entanto, do ponto de vista histórico, esse vínculo entre língua e Estado — que, por causa daquele hábito cultural impregnado, nos parece evidente e com uma origem perdida nas brumas do tempo — é um construto sociopolítico relativamente recente, mal tem quinhentos anos. Se recuarmos até o século 5 da Era Comum, chegamos à época do desmantelamento do Império Romano do Ocidente, com a penetração de ondas migratórias de populações vindas de fora dos limites do império (as chamadas “invasões bárbaras”, como se as “conquistas” feitas pelos romanos para a constituição de seu império não tivessem sido também invasões!). A unidade imperial foi substituída por diversos reinos menores, cujas classes dirigentes provinham daquelas populações: godos, suevos, alamânicos, vândalos, francos etc. Com o passar do tempo, essas classes dirigentes adotaram a variedade de latim falada em suas terras, assim como adotaram o cristianismo. Onde o latim nunca tinha sido imposto, as populações dos reinos que se formaram mantiveram suas línguas próprias (caso da Alemanha, da Grã-Bretanha, da Hungria etc.), mas, por também terem adotado o cristianismo, o latim, língua oficial da igreja, se tornou ali a língua de cultura da elite, da justiça e do governo, tanto quanto nas antigas terras imperiais. E assim se passaram mil anos, um longo período que recebe o nome de Idade Média.

Na primeira fase da Idade Média, os reis atuavam como “administradores” de terras, os feudos, bem mais do que como governantes detentores de todo o poder — ao contrário, alguns senhores feudais eram mesmo mais ricos e poderosos que os reis. Naquele período, nem passava pela cabeça das pessoas a ideia de dar nomes a seus modos de falar. Somente o latim recebia o título de língua, e seu conhecimento estava restrito aos homens da igreja e a um punhado de letrados, numa época em que havia até reis analfabetos. As pessoas comuns, especialmente nas áreas onde o latim vinha passando por mudanças graduais, reconheciam uma origem compartilhada em seus modos de falar e praticavam espontaneamente o que chamamos de intercompreensão, ou seja, não viam (nem criavam) dificuldades em se fazer compreender e em compreender as outras, já que não existia o obstáculo simbólico das fronteiras estatais nem, muito menos, das línguas institucionalizadas. As variedades românicas constituíam um continuum dialetal, em que não se podia definir com precisão onde uma terminava e começava outra. Além disso, como a mobilidade da maioria era muito reduzida, as comunicações orais se faziam bem mais entre terras e aldeias próximas, cujas falas eram bastante semelhantes. Em contraposição ao latim, única língua digna do nome, essa pluralidade de falas recebeu mais adiante o nome genérico de romances (o que comprova a consciência que se tinha de serem continuações do latim) ou vulgares (isto é, “do povo”). Em Portugal, a língua da população era chamada linguagem ou nossa linguagem. A variação era considerada absolutamente normal, ao contrário de hoje, em que a variação é vista como “erro”, e a norma (artificialmente estabelecida), vista como a única forma “certa” de uso da língua.

O tempo foi passando e a situação política, econômica, social da Europa foi se transformando até começar a chamada Era Moderna. Foi sobretudo a partir do século 15, com a decadência do sistema feudal e o início do mercantilismo, que começou a se fortalecer o vínculo entre língua e território, território unificado e centralizado em torno da figura do rei (ou, em alguns poucos casos, da rainha), agora, sim, detentor do poder político. A tomada de Constantinopla pelos turcos (1453) e o consequente bloqueio das rotas que permitiam as trocas comerciais entre a Europa e o Oriente simbolizam o início da chamada era dos “descobrimentos” (mais um eufemismo para designar invasões, pilhagens, escravização e genocídios), quando Portugal, Espanha, França, Inglaterra e Holanda, a pretexto de encontrar o chamado “caminho para as Índias”, acabaram se apoderando de imensas extensões de terras mundo afora, iniciando o longuíssimo período colonial moderno — a primeira “conquista” de Portugal foi a cidade de Ceuta, no atual Marrocos, em 1415, enquanto a independência das colônias africanas e de Timor se deu em 1975, ou seja, 560 anos entre uma data e outra, com o “achamento” e a independência do Brasil de entremeio.

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O português brasileiro está na moda

O português brasileiro está na moda

Estes livros provam por que é a hora e a vez do português brasileiro!

 

Língua materna como patrimônio

A língua materna é patrimônio de todos os seus falantes. Todos os linguistas já sabem que não são eles os únicos “especialistas” em língua, os únicos a poderem ter voz quando o assunto são questões linguísticas, porque todo falante se sente — e é! — dono e senhor da língua na qual se constrói a cada dia como sujeito falante.

 

Os gramáticos tradicionais talvez devessem chegar a essa mesma convicção para serem menos anacrônicos e menos nocivos ao ensino de língua nas escolas. E os editores em todos os nichos bem que poderiam prestar atenção a esse fato — o falante é senhor da língua — na produção e divulgação de seus livros.

 

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Produção textual acadêmica: como [não] transformar sua tese em livro

Produção textual acadêmica: como [não] transformar sua tese em livro

Dicas do editor da Parábola Editorial

 

Muitos pesquisadores em Letras/linguística já sabem que a Parábola Editorial não publica dissertações de mestrado, teses de doutorado; muito menos, nunca mesmo, trabalhos de conclusão de curso [TCC].

 

Esta postagem me dá a oportunidade de esclarecer algo que afirmo sempre como injunção, sem explicar mais claramente. Óbvio, a posição aqui assumida vale unicamente para a construção do catálogo da Parábola Editorial. Todo outro editor pode pensar e agir diferentemente. Todo outro catálogo pode ser construído diversamente quanto à produção textual a ser transformada em livro. E assim, todo autor pode publicar sua tese. As dicas aqui elencadas são o pensamento e os procedimentos seguidos pelo editor da Parábola e seu conselho.

 

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Linguística revista: novos autores que são promessa na área de Letras

Linguística revista: novos autores que são promessa na área de Letras

Conheça destaques do catálogo de linguística da Parábola Editorial que merecem a atenção

 

Quando uma editora se dedica a um nicho especializado, como é o caso da Parábola Editorial, consagrada à linguística e à formação de professores na área de Letras, é preciso estar o tempo todo atentos aos clássicos e aos novos autores.

 

Clássicos e novos autores são o solo no qual uma editora planta sementes de mediação cultural e de efetividade histórica.

O catálogo da Parábola Editorial disponibiliza para os leitores:

 

1. Clássicos [William Labov]

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Linguística revista: novos autores que são promessa na área de Letras

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Conheça destaques do catálogo de linguística da Parábola Editorial que merecem a atenção

Quando uma editora se dedica a um nicho especializado, como é o caso da Parábola Editorial, consagrada à linguística e à formação de professores na área de Letras, é preciso estar o tempo todo atentos aos clássicos e aos novos autores.

Clássicos e novos autores são o solo no qual uma editora planta sementes de mediação cultural e de efetividade histórica.

O catálogo da Parábola Editorial disponibiliza para os leitores:

  1. Clássicos [William Labov]
  2. Autores muito bem estabelecidos no cenário da linguística nacional [Carlos Alberto Faraco]
  3. Novos autores, publicados como esperança de cada vez maior inserção da editora no debate cultural e na formação de pesquisadores e de professores cada vez mais produtivos de educação e de cultura.

Mesmo sob o risco de sermos injustos com grandes promessas da área de Letras, destacamos uma seleção de poucos nomes, forçosamente restrita a nosso catálogo de linguística, que merece a atenção de nossos leitores. Citaremos bem poucos nomes, mesmo tendo em mente centenas:

  • Francisco Eduardo Vieira
  • Ana Elisa Ribeiro
  • Carla Viana Coscarelli
  • Renato Basso
  • Laura Miccoli
  • Alex Garcia
  • Xoán Lagares
  • Clecio Bunzen Jr.
  • Ronaldo Batista de Oliveira
  • Roberta Pires
  • Orlene Lucia Carvalho
  • Adrián Pablo Fanjul

Claro que essa lista não comporta quase nada da enorme força de pesquisa e de dedicação dos pesquisadores e professores de Letras e de linguística dispersos em faculdades, colégios de aplicação e escolas do país todo. Cada leitor pode apresentar sua lista e, inclusive, chamar nossa atenção para nomes que possam vir a estar em nosso catálogo.

De nossa parte, dizemos: por favor, atenção a esses nomes, muitos deles publicados, outros entrando em 2016 no catálogo da editora que ama as Letras. Acompanhem a contribuição de cada um deles nas obras já publicadas e por publicar.

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Linguística revista: novos autores que são promessa na área de Letras

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Conheça destaques do catálogo de linguística da Parábola Editorial que merecem a atenção

 

Quando uma editora se dedica a um nicho especializado, como é o caso da Parábola Editorial, consagrada à linguística e à formação de professores na área de Letras, é preciso estar o tempo todo atentos aos clássicos e aos novos autores.

 

Clássicos e novos autores são o solo no qual uma editora planta sementes de mediação cultural e de efetividade histórica.

 

O catálogo da Parábola Editorial disponibiliza para os leitores:

1. Clássicos [William Labov]

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1. Clássicos [William Labov]

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