Blog da Parábola Editorial

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Português ou brasileiro? Português brasileiro!

Português ou brasileiro? Português brasileiro!

A definição da nossa língua: português ou brasileiro

 

Logo depois da Independência, em 1822, alguns intelectuais começaram a divulgar a ideia de que era preciso também proclamar a “independência linguística” do Brasil. Afinal, deveríamos chamar nossa língua de português ou brasileiro?

 

Um dos nomes mais conhecidos dessa fase é o do escritor José de Alencar (1829-1877), autor de Iracema e de O Guarani. O conceito era muito simples: já que o Brasil não pertencia mais a Portugal e era agora uma nação autônoma, independente, a língua também tinha que ser autônoma, independente. E muitas pessoas chegaram mesmo a propor o nome “brasileiro” ou “língua brasileira”.

 

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Novas mídias ganham estudos no mercado editorial impresso

Novas mídias ganham estudos no mercado editorial impresso

O catálogo da Parábola Editorial e as novas mídias

 

Não sei se você concorda, mas parece haver uma contradição gritando no título acima: a expressão “novas mídias” atrelada ao adjetivo “impresso” [em papel]… típico de nosso mercado editorial.

 

Mas a contradição é só aparente. O mercado editorial em peso tem realmente investido milhares de toneladas de papel e de quilos de tinta para tratar das novas mídias, das novas tecnologias, das redes sociais, do que podemos fazer com elas, por elas, para onde nossos caminhos dão sinais de ir.

 

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A importância da tradução para o Mercado Editorial

A importância da tradução para o Mercado Editorial

Um editor dublê de tradutor

 

O mercado editorial brasileiro não está em seu melhor momento. Mas em que isso afeta as editoras que trazem em seus catálogos obras estrangeiras? Quais os critérios para definir uma boa tradução? Como funciona a tradução em uma editora?

 

Selecionamos os principais trechos da entrevista concedida por Marcos Marcionilo, sócio-editor da Parábola Editorial, ao caderno de Literatura em Tradução da USP N. 16 (2016) em que responde a essas e a outras questões.

 

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Os 7 livros que todo professor de português procura

Os 7 livros que todo professor de português procura

Se você é professor de português, não deixe de conhecer estes títulos

 

Todos os professores têm aquele seu livro preferido, muitos até têm dificuldade em escolher dentre tantos. Mesmo na era dos blogs e conteúdos digitais, nada é tão prazeroso do que um belo livro nas mãos. Para o professor de português, propagar o conhecimento da disciplina na sala de aula é algo de suma importância. E ter/promover fácil acesso a livros que garantam boa leitura e base sólida para o aprendizado é ainda mais importante.

 

De acordo com os dados das vendas da editora e também de acordo com a fonte: site da revista Nova Escola, selecionamos os 7 títulos da Parábola Editorial mais procurados pelos professores de língua materna (língua portuguesa):

 

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Aposta certa para livreiros: o segmento de Letras e Linguística atrai leitores fiéis e apaixonados

Aposta certa para livreiros: o segmento de Letras e Linguística atrai leitores fiéis e apaixonados

Dentre todos os segmentos universitários, o de Letras e Linguística certamente é uma boa aposta para as livrarias de todo o Brasil

 

Apresentamos 5 motivos para você abrir hoje mesmo uma seção de Letras e Linguística na sua livraria:

 

1. Um universo mínimo de 400.000 potenciais compradores!

No Brasil há 1.687 cursos de graduação em Letras (licenciatura e bacharelado) presenciais habilitados pelo MEC, contando com 150.000 vagas. Há 112 cursos de ensino a distância, com 203.000 vagas. Existem 36 cursos de especialização em Letras presencial, com 17.500 vagas, e 3 cursos a distância cujo número de vagas é igual a 1.425. Além destes, existem 6 cursos de especialização em Linguística a distância (2.785 vagas), mais 79 cursos presenciais (32.000 vagas) e 4 cursos de graduação em Linguística (133 vagas).

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O mercado editorial para formação em Letras

O mercado editorial para formação em Letras

Veja os 10 livros da Parábola Editorial mais adotados nos cursos de Linguística e Letras de grandes universidades

 

Há quem escolha ler por hobby, outros escolhem ler por profissão. Alguns dos cursos mais procurados por quem gosta de ler são os de Linguística e Letras (Língua e/ou Literatura), além de Educação, Pedagogia e áreas afins. A carga de leitura desses cursos é alta, e as bibliografias indicadas pelos professores são de extrema importância para o devido acompanhamento das aulas e para um bom rendimento nos cursos escolhidos.

 

Não é nenhuma novidade que cada universidade tem seu plano de ensino, sua metodologia e seus “livros obrigatórios”. Em consonância com a instituição de ensino em que leciona, cada professor(a) apresenta uma ementa para sua disciplina, e lá constam os livros a serem utilizados durante o semestre.

 

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O português brasileiro está na moda

O português brasileiro está na moda

Estes livros provam por que é a hora e a vez do português brasileiro!

 

Língua materna como patrimônio

A língua materna é patrimônio de todos os seus falantes. Todos os linguistas já sabem que não são eles os únicos “especialistas” em língua, os únicos a poderem ter voz quando o assunto são questões linguísticas, porque todo falante se sente — e é! — dono e senhor da língua na qual se constrói a cada dia como sujeito falante.

 

Os gramáticos tradicionais talvez devessem chegar a essa mesma convicção para serem menos anacrônicos e menos nocivos ao ensino de língua nas escolas. E os editores em todos os nichos bem que poderiam prestar atenção a esse fato — o falante é senhor da língua — na produção e divulgação de seus livros.

 

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Mais do que uma bonita capa: uma análise dos títulos mais bem vendidos

Mais do que uma bonita capa: uma análise dos títulos mais bem vendidos

Como compor um acervo de qualidade para pequenas e médias livrarias?

 

Entrevistamos Vinícius Pires Pinheiro, ex-comprador da Saraiva, hoje a maior rede de livrarias do Brasil, com objetivo de ajudar os pequenos e médios livreiros a saber escolher e montar um acervo de qualidade.

 

Como compor o acervo de uma livraria?

VPP: O processo de composição do acervo de uma livraria se baseia, principalmente, nos seguintes critérios: histórico de vendas do autor e da editora, temática do livro e condições comerciais que sejam vantajosas para a livraria.

 

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Coesão e coerência são sempre bem-vindas: passos para estruturar bem o texto

Coesão e coerência são sempre bem-vindas: passos para estruturar bem o texto

A importância de coesão e coerência para escrever um texto relevante

 

É consensual o princípio de que um conjunto aleatório de palavras ou mesmo de frases não constitui um texto e, portanto, não pode funcionar como ação de linguagem. Um conjunto de palavras, para ser um texto, para ser interpretável e, assim, poder funcionar como uma atividade de linguagem, precisa apresentar algumas propriedades, ou seja, estar provido de algumas características específicas, fundamentais para a expressão dos sentidos e das intenções pretendidos. Entre tais propriedades, destacam-se coesão e coerência.

 

A primeira tem a ver com a articulação, ou seja, com os nexos criados entre os vários segmentos do texto, de modo a prover o texto da necessária continuidade, que, por sua vez, integrando esses vários segmentos, promove a unidade semântica que torna o texto interpretável. A segunda, isto é, a coerência, tem a ver, exatamente, com essa ‘unidade semântica’ que resulta daquela continuidade, fruto dos diferentes elos ou nexos criados e sinalizados.

 

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Sintaxe e semântica: torne-as suas aliadas

Sintaxe e semântica: torne-as suas aliadas

Reducionismos no estudo de sintaxe e semântica

 

Em geral, os estudos sobre as questões linguísticas na escola costumam reduzir demais os fatos – lexicais ou gramaticais –, tornando-os simplistas e, muitas vezes, falseados. Essa redução acontece de forma muito clara quando se trata de explorar as áreas da sintaxe e semântica. Comumente, as explicações se restringem a descrições abreviadas dos fatos, com ênfase na nomenclatura atribuída a eles. Além disso, tais fatos também sofrem um corte, limitando o alcance de suas funções na compreensão dos sentidos que se pretende expressar em situações reais da interlocução.

 

Por exemplo: nos programas escolares é comum que o estudo da sintaxe se restrinja às normas da concordância verbo-nominal. No que tange à questão da ‘colocação’ das palavras na sequência da frase, outro ponto da sintaxe, o tópico que tem merecido atenção se esgota no estudo da colocação dos pronomes, se vem antes, no meio ou depois do verbo. É comum, ainda, que o estudo da semântica se restrinja a umas poucas atividades em torno de sinônimos e de antônimos, com pouca consideração à condição polissêmica das palavras, ao uso generalizado e tão produtivo das metáforas e da metonímia. Nem mesmo os textos literários estimulam um estudo da semântica mais significativo.

 

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Muitos livros X orçamento limitado: como escolher as obras fundamentais para a faculdade de Letras

Muitos livros X orçamento limitado: como escolher as obras fundamentais para a faculdade de Letras

Conheça algumas dicas para conseguir ler diversos livros na faculdade de Letras

 

Um conselho que sempre damos aos nossos alunos é zelar pelo seu currículo, evitando reprovações e, especialmente, cursando as disciplinas da faculdade de Letras com empenho para obter um excelente coeficiente de rendimento escolar. Para isso, é necessária uma boa base de leitura e muita pesquisa.

 

O fato requer frequência assídua à biblioteca e, hoje, com as tecnologias e recursos digitais, bastante uso da internet para manter-se atualizado com as novidades relativas ao seu curso, lembrando que muitos periódicos, por exemplo, passaram a disponibilizar seu acervo digitalmente.

 

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O que é linguística?

O que é linguística?

Linguística, segundo Marcos Bagno

 

A linguística é a ciência que estuda a linguagem humana em geral e as línguas humanas particulares. Esse movimento que oscila entre o geral e o particular se explica de modo fácil: como a espécie humana é uma só, dotada dos mesmos recursos cognitivos e das mesmas configurações fisiológicas, e obrigada a resolver os mesmos problemas de representação/expressão da experiência/conhecimento, é mais do que seguro apostar que existam traços comuns a todas as línguas humanas – e de fato existem.

 

Por outro lado, como os diferentes grupos humanos vivem em ambientes ecológicos diferentes, em climas diferentes, tendo de se valer de recursos naturais diferentes e, principalmente, constituem culturas diferentes, cada língua humana deve apresentar características próprias, específicas, peculiares – e de fato apresentam.

 

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História da língua portuguesa em resumo: do período românico ao século XVI

História da língua portuguesa em resumo: do período românico ao século XVI

Um pouco da história da língua portuguesa

 

A língua que designamos hoje pelo nome de “português” é o desdobramento histórico dos falares de origem latina que se desenvolveram no noroeste da Península Ibérica, numa área que abrange atualmente o norte de Portugal e a Galiza (região autônoma da Espanha).

 

Os romanos ocuparam aquela região tardiamente (só por volta do século I a.C.). Essa tardia romanização e implantação do latim deram sobrevida ao uso das línguas pré-romanas daquela área, o que veio a influenciar o modo como o latim foi falado ali.

 

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10 Estrangeirismos irresistíveis sem os quais não vivemos mais

10 Estrangeirismos irresistíveis sem os quais não vivemos mais

Estrangeirismos: ameaça ou acréscimo da língua portuguesa?

 

Estava me preparando para dormir. Peguei meu tablet para dar uma espiada e encontrei todos os meus amigos online. Começamos a conversar e resolvemos nos encontrar no shopping para comer uma pizza. Corri para o meu armário, vesti um jeans, passei um batom e fui… Chegando no restaurante, encontrei a galera, fizemos check-in e tiramos uma selfie para registrar o momento. Comemos, conversamos, chamamos o garçom, pagamos a conta e fomos dançar. No fim, eu, que ia dormir, acabei tendo uma noite incrível.

 

1. Batom – [do francês - bâton]

2. Check-in – [do inglês - check-in]

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Como as novas mídias estão influenciando a produção de texto

Como as novas mídias estão influenciando a produção de texto

O impacto das novas mídias nos textos produzidos dentro e fora das salas de aula

Produzir textos é atividade diária para muitas pessoas. Se pensarmos nas práticas escolares, visualizaremos as aulas de produção textual, as discussões sobre gêneros discursivos e, quem sabe, as tarefas ligadas a qualquer disciplina. A produção de texto, obviamente, não é exclusividade da Língua Portuguesa. No entanto, se ampliarmos as lentes e pensarmos em nosso dia a dia, no qual as novas mídias estão onipresentes, veremos quanto texto escrevemos e fazemos circular, nos dias de hoje.

 


Novas mídias mesmo?

O que vimos chamando de “novas mídias” já soa até um pouco anacrônico. Computadores e internet já fizeram aniversário de vinte anos, o que, em termos de tecnologias digitais, é pré-história. Tudo acontece muito rápido nessa seara e podemos dizer, então, que essa novidade já é bem relativa.

No entanto, embora a cultura digital já seja amplamente conhecida, a despeito da desigualdade de acessos e educação digital, podemos dizer que muita novidade surge a cada momento. O WhatsApp, por exemplo, é bem mais recente do que os sites e blogs, convenhamos.


Nesse sentido, ele é “novidade”, embora esteja aí entre nós desde sua fundação, em 2009, e seu boom, em 2012. É jovem, mas é intensamente utilizado por milhares de pessoas, de todas as idades. Pois bem: circulam ali textos escritos e falados, fotos, vídeos e emoticons.

E quanta coisa mudou! As alterações vão do famoso e temido “internetês”, que simplifica e compacta palavras e frases, conforme a necessidade, à possibilidade de gravar áudio ou de enviar vídeos feitos com o próprio celular.



Temores

Houve um momento dessas transformações ligadas às tecnologias digitais, ou novas mídias, em que muitas pessoas estiveram horrorizadas com o “internetês”, por exemplo. E talvez isso ainda aconteça. Será que esse jeito maluco de escrever vai nos fazer desaprender a escrita “padrão”? Havia até os arautos do apocalipse: “a língua portuguesa vai se corromper e morrer”. Mas sabemos que não é o que acontece, de maneira geral. O importante é saber variar (e salve Marcos Bagno!).

Seguinte: meu filho de 12 anos, por exemplo, me mostrou um texto interessante no Facebook e eu pedi que ele me “marcasse”. Ele escreveu uma mensagem assim: “Pra vc, mãe”. Lindo, não? E eu, professora de português, estava bem ali, olhando tudo, atrás dos ombros dele. Quando ele percebeu, virou-se para mim e disse: “Olha, mãe, aqui pode”. E eu me dei por satisfeitíssima. Sim, ali, pode. Se ele sabe essa diferença e se pode modular sua expressão escrita conforme a circunstância, posso ir dormir tranquila.



Mudanças e novas roupagens

Muita coisa mudou na produção de textos em termos de práticas e tecnologias, desde os anos 1990. Saímos da máquina de datilografar e nos mudamos, de mala e cuia, para o teclado do computador. Mas isso não quis dizer um rompimento 100%.

Os teclados de computador (desktop ou móvel), por mais que estejam associados às “novas mídias”, são herdeiros diretos das máquinas. Olhe aí o teclado do seu smartphone. Mesmo que ele seja touchscreen, se começar com as teclinhas QWERTY, é parente direto daquela velha máquina mecânica que seu pai (ou avô) tinha.

Nas minhas aulas da Redação para o Ensino Médio e mesmo para primeiros períodos do ensino superior, costumo me esbaldar no uso de editores de texto em nuvem, como aquele conhecido como Google Docs. É que acho que ele facilita muito o acompanhamento do processo de escrita dos meus alunos. Mas tenho colegas que acham o contrário, afinal a gente trabalha muito mais, rastreando as edições que os escreventes fazem em seus textos ainda em progresso.
 
Bom, o fato é que mudou e não mudou com as “novas mídias”. Escrever bem continua dependendo de habilidades que aprendemos e desenvolvemos aqui entre nossos neurônios. As práticas, técnicas, facilidades ou dificuldades é que se alteraram conforme vamos aderindo ao uso de novas máquinas e plataformas. A circulação dos textos se ampliou, assim como as possibilidades de produzirmos textos multimodais apenas com alguns cliques em certas teclas. Mais fácil. E mais difícil. Lidar com esta profusão de textualidades exige bastante dos nossos letramentos. Mas é isso. Não tem volta.

 

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Linguística revista: novos autores que são promessa na área de Letras

Linguística revista: novos autores que são promessa na área de Letras

Conheça destaques do catálogo de linguística da Parábola Editorial que merecem a atenção

 

Quando uma editora se dedica a um nicho especializado, como é o caso da Parábola Editorial, consagrada à linguística e à formação de professores na área de Letras, é preciso estar o tempo todo atentos aos clássicos e aos novos autores.

 

Clássicos e novos autores são o solo no qual uma editora planta sementes de mediação cultural e de efetividade histórica.

O catálogo da Parábola Editorial disponibiliza para os leitores:

 

1. Clássicos [William Labov]

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Linguística revista: novos autores que são promessa na área de Letras

Linguística revista: novos autores que são promessa na área de Letras

Conheça destaques do catálogo de linguística da Parábola Editorial que merecem a atenção

Quando uma editora se dedica a um nicho especializado, como é o caso da Parábola Editorial, consagrada à linguística e à formação de professores na área de Letras, é preciso estar o tempo todo atentos aos clássicos e aos novos autores.

Clássicos e novos autores são o solo no qual uma editora planta sementes de mediação cultural e de efetividade histórica.

O catálogo da Parábola Editorial disponibiliza para os leitores:

  1. Clássicos [William Labov]
  2. Autores muito bem estabelecidos no cenário da linguística nacional [Carlos Alberto Faraco]
  3. Novos autores, publicados como esperança de cada vez maior inserção da editora no debate cultural e na formação de pesquisadores e de professores cada vez mais produtivos de educação e de cultura.

Mesmo sob o risco de sermos injustos com grandes promessas da área de Letras, destacamos uma seleção de poucos nomes, forçosamente restrita a nosso catálogo de linguística, que merece a atenção de nossos leitores. Citaremos bem poucos nomes, mesmo tendo em mente centenas:

  • Francisco Eduardo Vieira
  • Ana Elisa Ribeiro
  • Carla Viana Coscarelli
  • Renato Basso
  • Laura Miccoli
  • Alex Garcia
  • Xoán Lagares
  • Clecio Bunzen Jr.
  • Ronaldo Batista de Oliveira
  • Roberta Pires
  • Orlene Lucia Carvalho
  • Adrián Pablo Fanjul

Claro que essa lista não comporta quase nada da enorme força de pesquisa e de dedicação dos pesquisadores e professores de Letras e de linguística dispersos em faculdades, colégios de aplicação e escolas do país todo. Cada leitor pode apresentar sua lista e, inclusive, chamar nossa atenção para nomes que possam vir a estar em nosso catálogo.

De nossa parte, dizemos: por favor, atenção a esses nomes, muitos deles publicados, outros entrando em 2016 no catálogo da editora que ama as Letras. Acompanhem a contribuição de cada um deles nas obras já publicadas e por publicar.

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Linguística revista: novos autores que são promessa na área de Letras

Linguística revista: novos autores que são promessa na área de Letras

Conheça destaques do catálogo de linguística da Parábola Editorial que merecem a atenção

 

Quando uma editora se dedica a um nicho especializado, como é o caso da Parábola Editorial, consagrada à linguística e à formação de professores na área de Letras, é preciso estar o tempo todo atentos aos clássicos e aos novos autores.

 

Clássicos e novos autores são o solo no qual uma editora planta sementes de mediação cultural e de efetividade histórica.

 

O catálogo da Parábola Editorial disponibiliza para os leitores:

1. Clássicos [William Labov]

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Linguística revista: novos autores que são promessa na área de Letras

Linguística revista: novos autores que são promessa na área de Letras

Conheça destaques do catálogo de linguística da Parábola Editorial que merecem a atenção

 

Quando uma editora se dedica a um nicho especializado, como é o caso da Parábola Editorial, consagrada à linguística e à formação de professores na área de Letras, é preciso estar o tempo todo atentos aos clássicos e aos novos autores.

 

Clássicos e novos autores são o solo no qual uma editora planta sementes de mediação cultural e de efetividade histórica.

 

O catálogo da Parábola Editorial disponibiliza para os leitores:

1. Clássicos [William Labov]

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Linguística revista: novos autores que são promessa na área de Letras

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Conheça destaques do catálogo de linguística da Parábola Editorial que merecem a atenção

 

Quando uma editora se dedica a um nicho especializado, como é o caso da Parábola Editorial, consagrada à linguística e à formação de professores na área de Letras, é preciso estar o tempo todo atentos aos clássicos e aos novos autores.

 

Clássicos e novos autores são o solo no qual uma editora planta sementes de mediação cultural e de efetividade histórica.

 

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1. Clássicos [William Labov]

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